E ESTE AUXÍLIO-MUDANÇA, BOLSONARO?
Este é o caso do presidente Jair Bolsonaro, um parlamentar que estava em exercício político por 28 anos antes de se tornar o chefe do Brasil.
Pergunte-se a você mesmo: você acha que o Bolsonaro precisava de um auxílio-mudança de 33,7 mil reais para morar em uma residência mobiliada e com todos os funcionários que pudesse precisar? Não. Logicamente que ele não precisava desse dinheiro para levar as suas coisas para Brasília, mas mesmo assim decidiu cometer um péssimo exemplo. O blog O Antagonista apurou que o Jair Bolsonaro e o seu filho, o Eduardo Bolsonaro, embolsaram esse auxílio sem a devida necessidade.
Isso certamente não é ilegal, mas é imoral. O problema do Brasil não é a política, a educação, a criminalidade, mas sim a crise de moralidade. As pessoas agem em benefício próprio e não dão importância para as consequências negativas dos seus atos. Bolsonaro deveria ter negado o auxílio-mudança ao qual tinha direito. Deveria, também, ter anunciado que tinha renunciado ao penduricalho e que trabalharia para a sua extinção.
Essa é uma questão de extrema importância para o atual governo. O mesmo disse, em toda a sua campanha, que iria respeitar o dinheiro público e governar pelo exemplo. Fazer uso de um auxílio que muito provavelmente não necessitava não é um bom ato nos primeiros dias do mandato.
Enquanto o Bolsonaro comete diversos tropeços, a esquerda abre um sorriso de um olho ao outro. Péssimos exemplos como esse do auxílio-mudança não podem ser repetidos.

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