E ESTE AUXÍLIO-MUDANÇA, BOLSONARO?

O auxílio-mudança é mais um penduricalho criado pelos parlamentares que só pensam em seus respectivos umbigos. Uma pessoa que ganha 33,763 mil reais por mês não precisa de nenhum auxílio para mudanças, especialmente quando essa pessoa vem recebendo esse salário a quase três décadas. 
Este é o caso do presidente Jair Bolsonaro, um parlamentar que estava em exercício político por 28 anos antes de se tornar o chefe do Brasil.

Pergunte-se a você mesmo: você acha que o Bolsonaro precisava de um auxílio-mudança de 33,7 mil reais para morar em uma residência mobiliada e com todos os funcionários que pudesse precisar? Não. Logicamente que ele não precisava desse dinheiro para levar as suas coisas para Brasília, mas mesmo assim decidiu cometer um péssimo exemplo. O blog O Antagonista apurou que o Jair Bolsonaro e o seu filho, o Eduardo Bolsonaro, embolsaram esse auxílio sem a devida necessidade.

Isso certamente não é ilegal, mas é imoral. O problema do Brasil não é a política, a educação, a criminalidade, mas sim a crise de moralidade. As pessoas agem em benefício próprio e não dão importância para as consequências negativas dos seus atos. Bolsonaro deveria ter negado o auxílio-mudança ao qual tinha direito. Deveria, também, ter anunciado que tinha renunciado ao penduricalho e que trabalharia para a sua extinção.

Essa é uma questão de extrema importância para o atual governo. O mesmo disse, em toda a sua campanha, que iria respeitar o dinheiro público e governar pelo exemplo. Fazer uso de um auxílio que muito provavelmente não necessitava não é um bom ato nos primeiros dias do mandato.

Enquanto o Bolsonaro comete diversos tropeços, a esquerda abre um sorriso de um olho ao outro. Péssimos exemplos como esse do auxílio-mudança não podem ser repetidos.

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