BOLSONARO VAI DESTRUIR A AMAZÔNIA?

Passado o segundo turno, o objetivo da esquerda é o de atacar o Bolsonaro de todas as formas que são possíveis. Uma dessas formas é o próprio discurso do Capitão sobre o meio ambiente, que sempre foi um tanto ignorante. O Bolsonaro pode não ser corrupto, mas ele tenta falar com autoridade sobre temas que ele não entende, sendo o meio ambiente um desses casos, e isso abriu uma enorme brecha para mais um ataque da esquerda. Desta vez, a moda é dizer que o Bolsonaro irá destruir a Amazônia, o que é um completo absurdo.

O Bolsonaro não é um ambientalista, mas isso não quer dizer que ele quer ver o crescimento do desmatamento ilegal na Amazônia. Houve até uma notícia sobre isso que se espalhou pela internet, e o Bolsonaro teve que vir a público para desmentir o jornalista que escreveu o texto inicial. Bolsonaro é um patriota e ele sente um orgulho pela beleza natural que o país possui. Portanto, não faz sentido afirmar que ele vai promover o desmatamento da Amazônia.

Outro fator que dá suporte a esse discurso da esquerda é a fusão do Ministério do Meio Ambiente com o Ministério da Agricultura. Esse projeto foi proposto pelo Bolsonaro antes das eleições e é conhecido, até o momento, que será mantido, pois o Governo Federal precisa reduzir os seus custos. Bolsonaro afirma que essa fusão será benéfica para o meio ambiente, pois reduzirá os conflitos que existem entre as pessoas que defendem o meio ambiente e aqueles que querem a expansão da agropecuária no Brasil. O único problema dessa fusão de ministérios, entretanto, foi Bolsonaro ter dito que o novo ministro será indicado pelo setor produtivo. Uma vez que o novo ministério deve reunir interesses antagônicos, o correto seria nomear um profissional que não faz parte dos dois lados, mas que conhece os interesses de cada parte. Entretanto, apesar dessa fusão ser ou não benéfica para o meio ambiente, o fato é que, provavelmente, o Governo Federal deve dispor de mais dinheiro para a proteção das riquezas naturais do país, uma vez que deve haver corte de gastos em outras áreas.

Bolsonaro já prometeu que deve valorizar o exército brasileiro, e isso deve ajudar na proteção da Amazônia. O exército faz um papel importante na defesa daquela gigantesca beleza natural, mas não dispõe de efetivo suficiente para realizar todo o trabalho que poderia ser feito. Com a valorização do exército, o grupo deverá ter mais equipamentos e meios de transporte que deverão ser usados para proteger a Amazônia. Vale lembrar, entretanto, que mesmo em tal situação, o exército nunca poderá fazer a proteção integral da Amazônia, pois se trata de uma das áreas florestais mais extensas do mundo.

No final das contas, só existe uma forma efetiva de proteger a Amazônia, e isso pode ser obtido apenas através do turismo. A Amazônia possui um potencial enorme para atrair turistas de todo o mundo, mas essas pessoas evitam ir até a região, pois ela não possui estrutura de suporte para os visitantes. O turismo tem a capacidade de atrair milhares de pessoas que, indiretamente, poderiam fazer o monitoramento da região. Claro que haveria um impacto ambiental associado ao turismo, mas esse impacto seria compensado pela redução do desmatamento ilegal.

Portanto, não existem motivos para pensar que o Bolsonaro irá promover a destruição da Amazônia. A única forma de proteger a região, de forma, efetiva, é através da sua capitalização.

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