MARINA SILVA, A HIPÓCRITA
Muitos chamam Marina Silva de a
“hipocrisia em pessoa”. Se diz evangélica, mas defende plebiscito para a
liberação do aborto e da maconha. Agora, quando perguntada por
Bolsonaro sobre o direito do cidadão em ter armas de fogo, ela preferiu
vociferar com um “não” e logo mudou de assunto. Não é a primeira vez que
muito se questiona sobre os verdadeiros ideais desse fenômeno da
natureza que aparece de 4 em 4 anos para disputar as eleições
presidenciais, mas a nova agora é que ela já andou armada.
Em entrevista concedida ao UOL em 28 de maio deste ano, Marina Silva disse o seguinte:
“Fui sempre muito protegida. Venho de
uma família de matriarcas, de mulheres fortes. Minha mãe tinha medo de
abordagens violentas e me fazia levar uma espingarda para o seringal.
Mas era um problema, primeiro porque eu não sabia atirar e depois,
porque a espingarda ia sem cartucho. Era um símbolo.”
Será que a Marina Silva discordaria hoje,
da própria mãe, afirmando que a espingarda não servia pra nada? Imagina
quantas abordagens perigosas a pequena Marina Silva evitou apenas
porque tinha uma espingarda com ela. Não se sabe se a Marina entende
isso, mas quem defende o fim do estatuto do desarmamento assim o faz
porque acredita que uma população mais armada faria com que criminosos
pensem duas ou mais vezes antes de atacar um cidadão de bem. Não é uma
ação corretiva que se busca com o armamento da população, mas sim uma
solução preventiva.
Como uma pessoa pode defender plebiscito para aborto e maconha, mas não quer nem respeitar o referendo de 2005 sobre sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições,
no qual a maioria da população respondeu com um reverberante “não”?
Pergunta-se: qual a lógica de aceitar plebiscito apenas para certos
temas e rechaçar o mesmo procedimento para outros? Se é pra ter
plebiscito sobre a liberação do aborto e da maconha, que são temas de
interesse nacional, então deve sim ter outro plebiscito para o fim do
estatuto do desarmamento.
Isso sem falar que a Marina Silva é
apoiadora do MST, um grupo que qualquer um anda armado na maioria do
tempo. Cadê a candidata apoiando o desarmamento do MST, dizendo que eles
não vão conseguir resolver nada com armas? Será que os integrantes do
MST iriam concordar em entregar suas armas para o governo? Cadê a lógica
no pensamento da Marina Silva? Saia do muro, mulher.
Marina Silva também erra ao dizer que
armar a população é retirar do Estado o dever de proteção.
Ora, nunca
que qualquer Estado irá poder garantir a sua defesa 100% do tempo e
nunca que armar a população irá causar a extinção da polícia. O Estado
não tem que dizer como você deve ser protegido. O Estado deve entender
que ele não é onipresente e que o direito de autoproteção é inalienável.
Daqui a pouco vai ter gente defendendo que nem armas brancas a
população pode usar mais. Enquanto tem esse pessoal defendendo ideias
absurdas assim, os criminosos andam cada vez mais armados.
Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.
Vídeo no Youtube: https://youtu.be/moFo-cmTPEw


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