ANÁLISE DA SABATINA DE BOLSONARO NO JORNAL NACIONAL
Bolsonaro concedeu entrevista ao Jornal Nacional, aquele antro de esquerdismo que ninguém aguenta mais. Ninguém sabe como o Bolsonaro suportou ir e ficar lá todo aquele tempo recebendo as mesmas perguntas de sempre. O fato é que o Mito já sabe como tirar esses debates e sabatinas de letra porque os esquerdistas não querem inovar e mudar o esquema de ataque. Acham que falar da ditadura (entre aspas), de Maria do Rosário e kit gay fará com que Bolsonaro perda a paciência e passe vergonha em rede nacional, mas o contrário sempre acontece. Bolsonaro cresce e se fortalece com esses jornalistas fracos.
A sabatina começou com o Bolsonaro fazendo uma piadinha sobre a mesa onde foi feita a entrevista, dizendo que parecia uma plataforma de tiro de artilharia. Foi uma piadinha que o Willian pareceu não ter gostado muito e logo disse que certamente não era nada daquilo. Algumas pessoas criticaram a piada dizendo que o público leigo teria achado ela ruim, mas o mais provável é que esse pessoal ou não tenha entendido ou nem se deram bola para a brincadeira. Foi um momento de humor por parte do Bolsonaro para quebrar o gelo e apaziguar a tensão que ele estava sentindo na hora (afinal, não é fácil aguentar um antro de esquerdismo que é a Globo Lixo).
Um dos melhores momentos da sabatina foi quando Bolsonaro foi questionado sobre o seu salário pela jornalista Renata Vasconcellos, afirmando que ela ajudava a pagar o salário dele através de impostos. Ora, será que ela não sabia que a Globo recebe bilhões da União? Será que ela não sabia que a população e Bolsonaro também ajudam a pagar o salário dela? Se sabia, era pura hipocrisia. Se não sabia, deveria ter tido conhecimento disso antes de ir na sabatina. A Globo passa a percepção, para muitos, de que são um grupo totalmente independente do Governo e que não sofrem influências estatais, mas é crescente o número de pessoas se dando conta de que isso não é verdade.
A Renata Vasconcellos também esqueceu de dizer que ela ganha bem menos do que o Willian Bonner, seu colega de profissão e que desempenha funções similares. Ela afirmou que jamais aceitaria ganhar menos do que um homem que exercesse as mesmas funções e atribuições que ela. Claro que, neste caso, o Willian Bonner é uma figura bem mais velha na Rede Globo e que possui maiores responsabilidades, mas ela omitiu ou se esqueceu de falar sobre a diferença salarial entre ela e o Bonner.
Falaram também que Bolsonaro defende que mulher deve ganhar menos que o homem na mesma função, uma coisa totalmente descabida. Bolsonaro nunca afirmou isso, até porque já haveria gravações disso na Internet toda. Bolsonaro disse, na verdade, que as mulheres ganham menos porque empresários preferem contratar homens. Homens não engravidam e não precisam passar por período de gestação recebendo seus salários como se ainda estivessem trabalhando. Já está na CLT que não pode haver discriminação por sexo. Cabe às mulheres denunciarem casos em que seus patrões estão pagando menos para elas. E claro, é competência do Ministério Público apurar essas denúncias.
Outro momento épico foi quando Bolsonaro mostrou o kit gay em rede nacional. Que lindo aquilo foi. O Bonner ficou todo descabelado dizendo que o livro não era adequado para crianças e que haviam crianças vendo a sabatina. Ou seja, afirmaram que o kit gay não era adequado como material escolar. A própria Rede Globo concordou com Bolsonaro. Agora, toda vez que criticarem o Mito dizendo que ele é homofóbico, Bolsonaro tem munição para dizer que até empresas nacionais de grande reputação concordam com ele.
Por fim, o Jornal Nacional resolveu falar do regime militar e daí abriu a porteira para Bolsonaro falar do Roberto Marinho, o criador do Grupo Globo. Este defendeu abertamente a retomada de poder em 1964 e o próprio regime militar. O Willian Bonner tentou terminar a sabatina, quase que na base do grito, para evitar que a Globo passasse outro momento de saia justa. Esta parte da sabatina foi uma piada porque parecia que os entrevistadores não sabiam o que ia acontecer. Está claro que Bolsonaro sempre irá falar do Roberto Marinho quando o assunto é o apoio da Globo ao regime militar. E não adianta falar que a Globo depois falou que estavam arrependidos do apoio ao regime, porque o edital foi criado após a morte de Roberto Marinho.
O resumo da ópera é que Bolsonaro saiu mais grande do que nunca do debate. Não deve ninguém ficar surpreendido se as poucas pesquisas confiáveis apontarem Bolsonaro ainda mais na frente da Marina Silva e do resto dos candidatos esquerdistas e globalistas. A sabatina teve o Bolsonaro antigo, aquele que consegue convencer muitas pessoas apenas falando a verdade.

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